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sábado, 27 de novembro de 2010

"A vida é curta, quebre regras, perdoe rapidamente, beije demoradamente, ame verdadeiramente, ria incontrolavelmente, e nunca deixe de sorrir, por mais estranho que seja o motivo. A vida não pode ser a festa que esperávamos, mas enquanto estamos aqui, devemos dançar..."

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

O amor e a loucura...

"Contam que uma vez todos os sentimentos e qualidades dos homens se reuniram em um lugar da terra. Quando o aborrecimento havia reclamado pela terceira vez, a loucura, como sempre tão louca, lhes propôs:

- Vamos brincar de esconde-esconde?

A intriga levantou a sobrancelha intrigada e a curiosidade, sem poder conter-se, perguntou:

- Esconde-esconde? Como é isso?

- É um jogo, explicou a loucura, em que eu fecho os olhos e começo a contar de um a um milhão enquanto vocês se escondem. Quando eu tiver terminado de contar, o primeiro de vocês que eu encontrar ocupara meu lugar para continuar o jogo, da próxima vez que a gente jogar.

O entusiasmo dançou seguido pela euforia.

A alegria deu tantos saltos que acabou por convencer a dúvida e até mesmo a apatia, que nunca se interessava por nada. Mas nem todos quiseram participar:
A verdade preferiu não esconder-se. Para quê, se no final todos a encontravam? A soberba opinou que era um jogo muito tonto (no fundo, o que a incomodava era que a ideia não tivesse sido dela) e a covardia preferiu não arriscar-se.

- Um, dois, três, quatro - Começou a contar a loucura.

A primeira a esconder-se foi a pressa, que, como sempre, caiu atrás da primeira pedra do caminho. A fé subiu ao céu e a inveja se escondeu atrás da sombra do triunfo, que com seu próprio esforço tinha conseguido subir na copa da árvore mais alta.

A generosidade quase não conseguia esconder-se pois, cada local que encontrava, lhe parecia maravilhoso para algum de seus amigos:
Se era um lago cristalino, ideal para a beleza; se era a copa de uma árvore, perfeito para a timidez; se era o vão de uma borboleta, o melhor para a volúpia. Se era uma rajada de vento, magnífico para a liberdade. E assim acabou escondendo-se em um raio de sol.

O egoísmo, ao contrário, encontrou um local muito bom desde o início. Ventilado, cômodo, mas apenas para ele.

A mentira escondeu-se no fundo do oceano (mentira, na realidade, escondeu-se atrás do arco-íris) e a paixão e o desejo, no centro dos vulcões. O esquecimento, não recordo-me onde se escondeu, mas isso não é o mais importante.

Quando a loucura estava lá pelo 999.999, o amor ainda não havia encontrado um local para esconder-se, pois todos já estavam ocupados, até que encontrou um roseiral e, carinhosamente, decidiu esconder-se entre suas flores.

- Um milhão! Contou a loucura e começou a busca.

A primeira a aparecer foi a pressa apenas há três passos, atrás de uma pedra. Depois, escutou a fé conversando com Deus, no céu. Sentiu vibrar a paixão e o desejo nos vulcões.

Em um descuido, encontrou a inveja e claro, pode deduzir onde estava o triunfo. O egoísmo, não teve nem que procurá-lo. Ele sozinho saiu disparado de seu esconderijo que na verdade era um ninho de vespas.

De tanto caminhar, sentiu sede e ao aproximar-se de um lago, descobriu a beleza. A dúvida foi mais fácil ainda, pois a encontrou sentada sobre uma cerca sem decidir de que lado se esconderia. E assim foi encontrando a todos.

O talento entre a erva fresca, a angústia em uma cova escura, a mentira atrás do arco-íris (mentira, estava no fundo do oceano) e até o esquecimento, a quem já havia esquecido que estava brincando de esconde-esconde. Apenas o amor não aparecia em nenhum local.

A loucura procurou atrás de cada árvore, em baixo de cada rocha do planeta e em cima das montanhas. Quando estava a ponto de dar-se por vencida, encontrou um roseiral. Pegou uma forquilha e começou a mover os ramos, quando no mesmo instante, escutou-se um doloroso grito.

Os espinhos tinham ferido o amor nos olhos. A loucura não sabia o que fazer para se desculpar. Chorou, rezou, implorou, pediu perdão e até prometeu ser seu guia. O amor, então, concordou com o oferecimento da loucura e, desde que pela primeira vez se brincou de esconde-esconde na terra, O amor é cego e a loucura sempre o acompanha."
(Anônimo)

P.S2: Faz hoje 11 meses que eu e meu namorado estamos juntos, obrigada por me dar o seu amor! Eu te amo muito meu porto seguro, a beizus ♥

quarta-feira, 14 de julho de 2010


"A cura está ligada ao tempo e às vezes também ás circunstâncias"
(anônimo)

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Tamanhos

"Os tamanhos variam conforme o grau de envolvimento.
Ela é enorme para você, quando fala do que leu e viveu, quando trata você com carinho e respeito, quando olha nos olhos e sorri destravado.
É pequena para você quando só pensa em si mesma, quando se comporta de uma maneira pouco gentil, quando fracassa justamente no momento em que teria que demonstrar o que há de mais importante entre duas pessoas: A amizade, o respeito, o carinho, o zelo e até mesmo o amor.
Uma pessoa é gigante para você quando se interessa pela sua vida, quando busca alternativas para o seu crescimento, quando sonha junto com você.
É pequena quando desvia do assunto.
Uma pessoa é grande quando perdoa, quando compreende, quando se coloca no lugar do outro, quando age não de acordo com o que esperam dela, mas de acordo com o que espera de si mesma.
Uma pessoa é pequena quando se deixa reger por comportamentos clichês.
Uma mesma pessoa pode aparentar grandeza ou miudeza dentro de um relacionamento, pode crescer ou decrescer num espaço de poucas semanas.
Uma decepção pode diminuir o tamanho de um amor que parecia ser grande.
Uma ausência pode aumentar o tamanho de um amor que parecia ser ínfimo.
É difícil conviver com esta elasticidade: as pessoas se agigantam e se encolhem aos nossos olhos. Nosso julgamento é feito não através de centímetros e metros, mas de ações e reações, de expectativas e frustrações.
Uma pessoa é única ao estender a mão, e ao recolhê-la inesperadamente, se torna mais uma.
O egoísmo unifica os insignificantes. Não é a altura, nem o peso, nem os músculos que tornam uma pessoa grande... É a sua sensibilidade sem tamanho..."
(Anônimo)